O mercado do futebol se revelou uma tragédia neste século XXI, justamente quando os processos se tornaram ainda mais profissionais, no Brasil e no mundo. Todo ano, milhões são perdidos no esporte, que se fortaleceu como aparelho político.

A China é hoje o grande exemplo de futebol insustentável. Para o agrado de Xi Jinping, Primeiro Secretário do Partida Comunista do país, grandes corporações abraçaram equipes e passaram a investir milhões em um mercado até há pouco inexistente na região.

Mesmo com uma média de público alta para a Ásia, de 24 mil, e um contrato de televisão que rende mais de 1 bilhão de euros, os clubes amargam vistosos prejuízos durante a temporada. E, pelo volume do investimento, nem poderia ser diferente.

O país asiático apenas segue um modelo adotado por diversos mercados. O mais notório é o inglês, da festejada Premier League. Os times do país são os mais endividados do mundo, mas sobrevivem na mão grande de magnatas.

O maior exemplo é o Chelsea, que acumula 1 bilhão de libras em dívida. O time tem a maior folha salarial da Inglaterra, mas apenas o quarto faturamento. Na última temporada, ficou com prejuízo de 34 milhões de libras. Abrigado no Reino Unido, Abramovich deve entender como um preço razoável.

O lado bom é que, olhando para o lado, o futebol brasileiro até parece sério. 


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Cobrou a concessionária do Maracanã para a realização do Fla-Flu no estádio; jogo acabou transferido para Brasília.

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